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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Crianças em Perigo! Drª Damares Alves denuncia as sujeiras do PT e dos grupos LGBT.


                                 A assessora jurídica da Frente Parlamentar Evangélica, a pastora Damares Alves, que também é advogada, alertou a nação brasileira, durante uma palestra realizada na 1ª Igreja Batista em Campo Grande (MS), onde denunciou alguns projetos políticos que ameaçam as crianças, a família e a igreja.

Damares mostrou diversos projetos voltados para as crianças que tem o objetivo de influencia-las sexualmente, e fez um alerta sobre o consumo de entorpecentes.

"A igreja evangélica brasileira passa por grandes desafios", disse ela no início da palestra, dizendo que enquanto a igreja se preocupa com riquezas há pessoas que estão tentando influenciar as crianças com o intuito de destruir a infância e ensinar a homossexualidade e a erotização.

Ela mostrou também um livro que será distribuído nas escolas para crianças de dois a três anos de idade, que mostra dois príncipes se casando, além de outros materiais que estão tratando a homossexualidade como uma causa natural. "Estão detonando as nossas crianças", criticou Damares.

Em determinado momento Damares Alves diz que no final de um dos materiais há a indicação de que para tirar dúvidas a respeito do conteúdo do livro é preciso consultar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o que explica os ataques que o deputado federal Marco Feliciano vem sofrendo, já que ele é contra todos estes projetos.

Durante sua palestra, Damares, comentou também sobre o aborto e a manipulação de informações que tem como alvo, a aprovação da interrupção da gravidez.

O JOGO SUJO DO PT PELO PODER. UMA SUJEIRA QUE NÃO ACABA MAIS




1. Desde a eleição de 1989, fala-se que o PT teria organizado internamente um serviço especializado em informação e contrainformação. Muitas vezes funcionou. Outras vezes, como no caso dos "aloprados", naufragou. Nas CPIs de Collor e dos Anões do Orçamento, e no caso do Dossiê Cayman (alertando ser falso), etc., se dizia que o serviço de informação do PT funcionou com seus links de militantes nas áreas de investigação federal, PF, MP... A mensagem divulgada na intranet da Abin, em 2005, durante a CPI dos Correios, onde seu diretor chamava os parlamentares de "bestas-feras no picadeiro", e que culminou com o seu afastamento, insinuava uma ação de contrainformação naquele momento, desde dentro do órgão.
               
2. O mensalão de 2005 tirou da direção do PT o "grupo" dito revolucionário e, em função disso, os ex-dirigentes da CUT assumiram o partido de lá para cá. A autoridade de Lula passou a valer para dentro do partido e, em seguida, legitimada com sua popularidade, para fora. O "grupo" se acomodou e se encolheu. A escolha de Dilma, por Lula, fora da máquina partidária, e a montagem de uma base de apoio que vai da direita da direita, à esquerda da esquerda, empurrou o governo para o Centro-Difuso, isolando o "grupo".
               
3. Claro que essa situação não agrada aos "revolucionários". Apesar do PT ser amplamente favorecido na montagem do governo, administrações direta e indireta, empresas, bancos e fundos, a correlação de forças no parlamento não o favorece. São apenas 16,5% dos deputados federais. As votações do Código Florestal e da Emenda 29 (Saúde) mostraram isso.
               
4. Como não há como aumentar a bancada do PT, o caminho trilhado foi debilitar relativamente os aliados, inventando um partido e desintegrando, inclusive, aqueles que não tinham e não têm a confiança do "grupo", como Palocci. A cada ministro -aliado- levado a pique, se via que as ações anteriores (algumas delas identificadas e divulgadas) iam criando o ambiente para o tiro de misericórdia.
             
5. O que se garante nos restaurantes e corredores em Brasília é que os vazamentos de personagens e fatos caem no colo da imprensa vindos diretamente do "grupo", desde dentro do governo. Claro que é mais fácil atacar com fatos reais que com suposições. Independente disso e de qual bola é a da vez, vai se debilitando a "base aliada" e, com isso, transformando os ministérios dos aliados em uma burocracia sem expressão. Alguns são mortos-vivos esperando a reforma ministerial.
             
6. Os ministros -que ficam- perdem o poder que tinham, de decidir, e de nada adianta terem portas abertas aos deputados. Os parlamentares da "base aliada" não têm mais canal com os ministérios de seus partidos e têm que ir buscar no PT -dentro do governo ou no Congresso- a autorização ou a aprovação de que precisam.
             
7. Os 16,5% quantitativos passam a ser o dobro, qualitativos. Os ministérios da base aliada, na substituição dos desviantes ex-ministros, perdem expressão. E o ministério passa a ser de ministros de primeira do PT e de segunda dos demais. Basta acompanhar a agenda da Presidente e ver a frequência de despachos com uns e outros.
             
8. A cada dia fica mais claro que todo esse desmonte interessa ao PT. Poder-se-ia dizer que há razão para esse desmonte. É verdade. Mas essas razões são as mesmas dos últimos anos e com os mesmos personagens. Só que a presença de Lula inibia a ação do "grupo", pois se atingisse a imagem de Lula, o castelo de cartas desmancharia e o PT iria junto. Agora não há esse risco e, com isso, toda ousadia é válida.


Fonte: Ex-blog do Cesar Maia

Tucanos lavam calçada da agência da Receita Federal em Mauá, em SP


Em evento organizado pela juventude do PSDB em São Paulo, um grupo de pessoas fez uma lavagem simbólica da calçada da agência da Receita Federal em Mauá (SP) ontem (16). O senador Alvaro Dias (PSDB-PR)  também participou do ato que foi encerrado com o hino nacional.
O ato que foi divulgado como um protesto contra as quebras de sigilo fiscais ganhou contornos eleitorais com o grande número de bandeiras de candidatos do partido, inclusive de Serra. Os participantes do evento também vestiam camisetas amarelas e bonés azuis.
Terminado o ato, um carro de som guiou o público até um clube próximo da agência da Receita. No local, haverá um ato político também organizado pelo PSDB.
Durante o trajeto, o locutor do carro de som fez diversas críticas à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, citando -a como “produto fabricado” e “sem personalidade”. Ele também falou sobre escândalos que envolvem acusações contra o governo federal, como mensalão do PT ocorrido em 2005 e as denúncias contra Israel Guerra, filho da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra. As denúcias resultaram na queda de Erenice da Casa Civil.