sexta-feira, 15 de novembro de 2013
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Rosane Collor revela que ex-presidente fazia rituais de magia negra na Casa da Dinda
Edição do dia 15/07/2012
15/07/2012 00h00
- Atualizado em
11/12/2012 10h37
Fernando Collor e Rosane ficaram casados por 22 anos. Há sete anos se separaram. Agora brigam na Justiça em um processo litigioso.

Fantástico: Você tem saudade do poder?
Rosane: O poder é efêmero, o poder um dia acaba.
Em 1990, quando Fernando e Rosane Collor de Mello se tornaram o presidente e a primeira-dama mais jovens do Brasil, ele com 40 anos e ela com 26, ninguém poderia imaginar essa cena: a Rosane, que chamava atenção pelas roupas caras e extravagantes, passando sempre a imagem de mulher poderosa, hoje se senta com a Bíblia entre as mãos em cultos evangélicos para pedir ajuda e dar testemunhos como esse:
Rosane: E olha que eu tive muitos momentos em que eu disse: ‘Jesus, me leva, aqui nessa terra eu não quero ficar mais’.
Fernando Collor e Rosane ficaram casados por 22 anos. Há sete anos se separaram. Agora brigam na Justiça em um processo litigioso.
Nesta entrevista, Rosane fala pela primeira vez sobre o que viu e viveu na presidência do ex-marido, hoje senador. São revelações inéditas, que confirmam boa parte do que Pedro Collor, irmão já falecido do ex-presidente, disse há 20 anos, detonando o processo de impeachment, o afastamento de Fernando Collor do poder.
A versão de Rosane estará também num livro que ela escreve com o jornalista Fábio Fabretti.
"Eu me considero um arquivo vivo. E eu digo em todas as entrevistas, e inclusive já disse na Justiça, que se algo acontecer na minha vida, o responsável maior será Fernando Collor de Mello”, diz a ex-primeira-dama.
Rosane conta que chegou a ser ameaçada ao decidir ir à casa de uma pastora chamada Maria Cecília, da Igreja Resgatando Vidas para Deus. Cecília era amiga do casal Collor, e antes de se converter à Igreja, se dedicava ao que Rosane chama de magia negra. Nesse encontro, a pastora distribuiu uma gravação em que revelava trabalhos de magia feitos por encomenda do ex-presidente na Casa da Dinda, a mansão da família Collor em Brasília. Revelações que Rosane confirmará nessa entrevista.
Rosane: Eu recebi um telefonema dizendo que eu não fosse a esse evento porque, se eu fosse, eu iria, mas eu não voltaria. E eu repreendi, disse que não tinha medo.
Fantástico: E você acha que foi ele? Ou foi ele que te ameaçou?
Rosane: Foi ele que ameaçou.
Fantástico: Ele te ligou e pessoalmente te disse isso?
Rosane: Um telefonema anônimo. Eu não sei se era ele que estava no telefone. Eu sei que eram pessoas que falavam dizendo que ele tinha mandado ligar, dizendo que eu não fosse para aquele culto, porque se eu fosse eu não voltaria.
Para entender as acusações de Rosane Collor de Mello contra o ex-marido, é preciso relembrar um dos momentos mais dramáticos da história do país.
O ano é 1989. O Brasil está eufórico por votar para presidente da República depois de 29 anos sem eleições diretas.
Fernando Collor se lança candidato como o defensor dos humildes, o caçador de marajás, como eram conhecidos os funcionários públicos que recebiam supersalários.
“Vamos fazer do nosso voto a nossa arma, para retirar do Palácio do Planalto os maiores marajás desse país”, disse em discurso na época.
A estratégia funcionou. Collor venceu com 35 milhões de votos. Lula ficou em segundo, com 31 milhões.
O novo presidente assumiu em 15 de março de 1990. Pouco tempo depois da posse, começaram a circular as primeiras denúncias de corrupção envolvendo o nome do tesoureiro da campanha, Paulo César Farias. PC, como ficou conhecido, era acusado de pedir dinheiro a empresários em troca de privilégios no governo.
“Toda e qualquer denúncia tem que ser exemplarmente apurada”, declarou Collor, em 1991.
Em maio de 1992, estoura a bomba: em entrevista à revista Veja, o próprio irmão do presidente, Pedro Collor, afirma que PC Farias era testa-de-ferro de Fernando Collor. O presidente, segundo as declarações do irmão, sabia das atividades criminosas de seu ex-tesoureiro.
RITUAIS DE MAGIA NEGRA
Dez meses depois, Pedro vai além. Em entrevista ao Jornal do Brasil, diz que Collor e Rosane faziam o que ele, Pedro, chamou de rituais de magia negra. E na própria Casa da Dinda, que era a mansão da família Collor, em Brasília.
Hoje, Rosane conta detalhes sobre esses rituais. E relata como foi o encontro com Maria Cecília, no dia em que teria sido ameaçada por telefone.
Rosane: Já tem bastante tempo que ela aceitou Jesus, ela hoje é pastora, e ela estava fazendo lançamento de um novo CD, onde ela contava todas as experiências.
Fantástico: Inclusive os rituais de magia negra que aconteciam.
Rosane: Inclusive os rituais de magia negra que eles faziam, mas não com a minha participação, porque algumas coisas eu participei, mas a grande maioria eu não aceitava participar.
Nesse CD a que Rosane se refere, Maria Cecília relata duas fases desse trabalho com Fernando Collor. Uma para ele chegar à Presidência: “Foi um trabalho muito sério. Foi um trabalho muito imundo, podre, nojento, para que se colocasse ali, na Presidência da República, aquele homem para administrar o Brasil”.
Outra, com ele já presidente, nos porões da Casa da Dinda. Nesse trecho, Maria Cecília fala dela mesma como se falasse de outra pessoa: “E ela teve que ir para Brasília, improvisar na Casa da Dinda, lá nos porões da Casa da Dinda, um lugar que fosse para o atendimento do marido e da esposa que estavam na Presidência da República. E ela deu continuidade àquele trabalho por um longo tempo”.
Depois, Cecília confirmaria numa entrevista à revista Época a realização desses rituais.
Fantástico: Nesse livro, você vai contar justamente sobre esses rituais que ele não gostaria que fossem contados.
Rosane: Com certeza.
Fantástico: Que rituais são esses?
Rosane: Trabalhos em cemitérios, trabalhos muito fortes.
Fantástico: E com animais, o que acontecia?
Rosane: Com animais era matança mesmo. Mata galinhas, mata boi, vaca. São animais que são sacrificados.
Uma imagem mostra a proximidade de Maria Cecília com Fernando Collor: em 1991, ela sobe a rampa ao lado do presidente, e trocando sorrisos. A cor branca do terno teria sido uma orientação de Cecília.
Também por orientação dela, segundo Rosane, Collor fazia rituais com a intenção de se proteger de inimigos políticos. Tentando fazer com que fossem atingidos pelo mal que desejassem contra ele.
Rosane: O Fernando fez ritual de ficar isolado, na Casa da Dinda ele ficou. Tem um porão e ele ficou durante três dias isolado mesmo, como se fosse se consagrando.
Fantástico: Com animal morto?
Rosane: Mas não no mesmo local. Dormindo numa esteira, ficando ali vestido com roupa branca.
Fantástico: E ele fazia isso pedindo o quê?
Rosane: Porque ele acreditava que pessoas que desejavam mal pra ele, fazendo isso, o mal que as pessoas mandavam pra ele voltava.
Fantástico: Durante quanto tempo vocês fizeram esse tipo de ritual?
Rosane: Quando eu conheci o Fernando ele já frequentava esses ambientes. Enquanto a gente esteve casado, ele praticava.
Rosane afirma acreditar que esses rituais deram origem ao que ela chama de "Maldição do Collor", e que ela e Maria Cecília só escaparam por terem aceitado Jesus.
Rosane: Eu e a Cecília somos duas pessoas que estamos vivas. Eu não acredito em coincidência, eu acredito em ‘jesuscidência’. E somos duas pessoas que estamos vivas por ter aceitado Jesus.
Fantástico: O que você chama de "Maldição do Collor"?
Rosane: De as pessoas que tentaram prejudicá-lo. Vários exemplos morreram de morte estranha. Eu acredito na maldição, de aquilo que quando você deseja o mal para alguém, isso pode acontecer.
Fantástico: Quantas pessoas morreram de maneira estranha?
Rosane: Eu não sei quantas pessoas foram.
Fantástico: Quais foram as que você atribui à maldição? A mulher do PC Farias?
Rosane: É que era uma pessoa que não tinha muito carinho pelo Fernando. Ela não gostava do Fernando. Agora jamais vou afirmar que o Fernando fez algum trabalho para que ela fosse morta.
Pedro Collor morreria em 1994, vítima de um câncer no cérebro. Dois anos antes, as denúncias feitas por ele na revista Veja provocaram a criação de uma CPI, e Collor tentou uma cartada: ele pediu o apoio popular.
“Que saiam no próximo domingo de casa com alguma peça de roupa com uma das cores da nossa bandeira! Que exponham nas janelas! Que exponham nas suas janelas toalhas, panos, o que tiver nas cores da nossa bandeira. Porque assim, no próximo domingo, nós estaremos mostrando onde está a verdadeira maioria”, pediu Collor, em 14 de agosto de 1992.
Dois dias depois da conclamação, em vez de usar verde e amarelo, milhares de jovens que ficariam conhecidos como caras-pintadas vão para as ruas vestindo preto. E pedem o afastamento do presidente.
RELAÇÃO DE FERNANDO COLLOR COM PC FARIA
Em junho, Collor tinha feito um pronunciamento em rede nacional negando que mantivesse contato com PC Farias. “Há cerca de dois anos não encontro o senhor Paulo César Farias, nem falo com ele. Mente quem afirma o contrário”, disse em 20 de junho de 1992.
Hoje, Rosane, pela primeira vez, desmente o ex-marido. E diz que, por isso, Collor tem medo do livro que ela está escrevendo:
Fantástico: Quem você acha que está temendo hoje pelo lançamento do seu livro?
Rosane: Eu prefiro acreditar que tem pessoas que estão receosas.
Fantástico: Quem?
Rosane: O próprio Fernando, né? Porque eu acredito que eu vou contar coisas que ele não gostaria de ser contada.
Fantástico: Por exemplo?
Rosane: Vou dar um exemplo forte. O PC continuava, ele tomava café da manhã na Casa da Dinda. E ele disse que não, e acontecia. Uma vez por semana, ele tomava café na Casa da Dinda com Fernando, presidente da República. Agora, depois que começaram a sair as notícias ruins, aí ele nunca mais foi tomar café na nossa casa. Até porque o PC era tesoureiro do Fernando na época da campanha. Ele é quem fez toda a arrecadação, isso todo mundo sabe.
Fantástico: E depois da campanha, depois de eleito, qual era a relação de Fernando Collor de Mello com PC Farias?
Rosane: De amizade, eles eram amigos.
Fantástico: Mas no governo?
Rosane: Eu acredito que ele tinha influência. Eu acredito não, eu tenho certeza absoluta que o PC teve influência no governo. Tanto que ele tinha irmão que foi ser da Saúde.
Fantástico: Mas o Fernando Collor de Mello negou essa informação na época, dizendo que ele não tinha contato com o PC Farias. Por que ele negou?
Rosane: Não sei por que ele negou.
Fantástico: Você perguntou para ele?
Rosane: Perguntei, ele falou que preferia que fosse assim.
Fantástico: Quem tinha mais influência sobre Fernando Collor de Mello. Rosane Collor ou PC Farias?
Rosane: Nossa, eu acredito que o PC Farias.
Rosane lembra que em 1993, quando foi decretada a prisão de PC Farias, a mulher dele, Elma, saiu em defesa do marido: “O Paulo César não agiu sozinho, ele teve alguém que mandou. O chefe maior foi quem mandou ele fazer isso.”, disse na época.
Fantástico: E o chefe era o Fernando Collor?
Rosane: Eu acredito que, quando ela falou nessa entrevista, eu acredito que ela tenha falado do Fernando.
Rosane revela que, quando foi presidente da Legião Brasileira de Assistência (LBA), teve problemas com PC Farias.
Rosane: Uma certa manhã, nós estávamos tomando café da manhã na Casa da Dinda, eu era presidente da LBA de fato, e no café da manhã, eu fui conversar com o Fernando e o PC estava lá, e eu disse que eu não gostaria que o PC viesse interferir na LBA.
Fantástico: Que tipo de interferência ele queria fazer?
Rosane: Colocando muitas pessoas para trabalhar em cargos importantes.
Fantástico: Pessoas dele?
Rosane: Pessoas ligadas a ele. Eu disse que eu não ia permitir.
Fantástico: Isso coincidiu com a primeira crise do casal, no final de 1991?
Rosane: Exatamente. Foi aí a grande crise que nós tivemos no casamento.
Fernando Collor não se preocupou em esconder que durante o período de crise no casamento andava sem a aliança.
Rosane revela como o presidente e a primeira-dama mais jovens da história eram assediados nos salões da política.
PRESENTES PARA A PRIMEIRA-DAMA
Fantástico: Vocês eram um casal jovem, bonito. Tinha muito assédio sobre vocês?
Rosane: Com certeza. Eu acredito que de ambas as partes.
Fantástico: Muita mulher dando em cima do Fernando Collor?
Rosane: Muitas mulheres.
Fantástico: Muito homens dando em cima de você também?
Rosane: Com certeza. Isso é natural. Até pelo fato de a primeira-dama ser jovem, até pelo fato do presidente ser jovem, ter 40 anos de idade.
Fantástico: Você, como primeira-dama, foi assediada?
Rosane: É normal. As pessoas olham, se encantam.
Fantástico: Foi cantada?
Rosane: Não sei se cantada, mas palavras mais gentis.
Fantástico: Presentes?
Rosane: É, ganhei. Presente de joias, e eu entregava pra ele. Para saber o que eu fazia.
Fantástico: Homens te mandando joias de presente?
Rosane: É, de presente. Dava presente. Dizia: 'era presente para a primeira-dama'. Normal.
Mais tarde, a própria Rosane foi afastada da presidência da LBA, sob acusações de desvio de verbas.
Rosane: Em relação a isso eu não faço mais nenhum comentário, porque o Supremo Tribunal Federal me deu ganho de causa por unanimidade.
PC Farias foi preso em 1993, e em 1996, quando estava em liberdade condicional, foi encontrado morto em Maceió. A polícia concluiu que PC foi morto pela namorada, que se suicidou em seguida, mas o crime nunca foi completamente desvendado.
Fantástico: Onde você e o Collor estavam quando o PC Farias morreu?
Rosane: Nós estávamos no Taiti.
Fantástico: Como que vocês receberam essa notícia?
Rosane: Ele ficou preocupado. Agradeceu por não estar lá, porque poderia passar na cabeça das pessoas que ele poderia estar envolvido.
Fantástico: Você achou?
Rosane: Não, em nenhum momento. Como acredito que ele não está envolvido na morte do PC.
IMPEACHMENT DE FERNANDO COLLOR
O momento decisivo da carreira política de Fernando Collor de Mello aconteceu no dia 24 de agosto de 1992. A CPI encarregada de investigar as denúncias contra o presidente concluiu: “Os documentos apresentados hoje pela Comissão Parlamentar de Inquérito apontam as ligações do presidente Collor e de sua família com o chamado esquema PC”, noticiou o Jornal Nacional em 24 de agosto de 1992.
Os documentos registram uma reforma de US$ 2,5 milhões na Casa da Dinda, a mansão da família Collor, em Brasília; a compra de um carro Fiat Elba; e despesas pessoais, tudo pago por cheques de fantasmas, ou seja, de pessoas fictícias, inventadas, o que caracteriza crime contra a probidade na administração, um crime de responsabilidade, cuja pena é a perda do cargo. A votação do relatório pelo plenário da Câmara aconteceu no dia 29 de setembro de 1992.
Fantástico: O momento do impeachment. O momento da votação. Onde você estava?
Rosane: Nossa, foi muito tenso. Eu ia ficar com ele, eu queria assistir lá na presidência, no Planalto. Mas ele falou que não queria. Que ele queria assistir sozinho. Em cada minuto, cada voto que era dado, ele ligava pra mim. Aí no momento que ele viu que não tinha mais jeito, que realmente o impeachment ia acontecer, ele realmente ficou desesperado.
Fantástico: Quando vocês se encontraram depois disso, o que ele te falou?
Rosane: Só nos abraçamos. Quando ele chegou em casa, nos abraçamos, eu tentei acalmá-lo, tranquilizá-lo e dizer: ‘Vai passar, eu estou aqui contigo, eu vou estar sempre do teu lado’.
Em entrevista ao repórter Geneton Moraes Neto, no Fantástico, Fernando Collor admitiu que pensou no pior, no suicídio.
Rosane lembra que nesse momento ficou apavorada.
Rosane: Eu procurei tirar as armas que tinham dentro de casa, eu tirei. Até por precaução, porque num momento de desespero a pessoa pode fazer. Então eu tentei durante muito tempo. Eu comecei a ter problema de insônia, porque eu já não conseguia dormir. Eu ficava angustiada, achando que ele era capaz de fazer alguma coisa. Então qualquer movimento dele, nos primeiros dias, se ele levantasse da cama, eu estava com o sono tão leve, era uma coisa impressionante, era tão leve meu sono que ele levantava e eu já acordava. Podia ser o que fosse, eu acho que nem dormia.
Fantástico: Ele ia para o banheiro...
Rosane: Ele ia para o banheiro, eu já acordava e corria atrás dele. Ele dizia: "Calma, Quinha, eu estou no banheiro". Eu achava que, não sei, que ele pudesse cometer, porque foi tudo muito rápido, foi uma coisa muito rápida...
Fantástico: Cometer suicídio?
Rosane: Eu achei que ele pudesse cometer.
Aprovado na Câmara, o pedido de impeachment seguiu para o Senado já no dia seguinte, sendo também aprovado e dando início ao julgamento de Collor, que deveria estar concluído em até 180 dias. Até lá, Collor ficaria afastado da presidência temporariamente, sendo substituído pelo vice Itamar Franco, o que, seguindo os trâmites oficiais, só aconteceu em 2 de outubro de 1992. Foi o dia em que Collor desceu a rampa do Palácio do Planalto pela última vez.
Rosane: Então, naquele momento, quando ele assinou, ele estava muito triste, ele estava muito abatido, ele estava muito magro. Estava depressivo, já não conseguia se alimentar direito. E naquele momento, quando ele assinou e nós fomos descer a rampa e ele quis baixar a cabeça, eu segurei na mão dele, e disse: ‘Vamos, levanta a cabeça, vamos em frente que a gente vai conseguir’.
Em 29 de dezembro, o Senado se reúne sob o comando do então presidente do Supremo Tribunal Federal, Sidney Sanches, para julgar se Fernando Collor era mesmo culpado pelo crime de responsabilidade, apontado pela Câmara. Se condenado, Collor continuaria afastado, não voltaria à Presidência e ficaria inelegível por oito anos. Para escapar dessa punição e garantir seus direitos políticos, ele tenta uma manobra de última hora: renuncia à Presidência. Mas a tentativa não dá certo. Resultado: Fernando Collor é finalmente condenado.
Na esfera criminal, dois anos depois, Collor enfrentou no STF a acusação de corrupção passiva. Alegou que as despesas apontadas pela Câmara foram pagas com sobras do dinheiro da campanha de 1989 e com um suposto empréstimo feito no Uruguai. Collor alegou também desconhecer que suas contas eram pagas por meio de cheques de fantasmas. Para condená-lo por corrupção passiva, era necessário que a procuradoria provasse que Collor recebeu dinheiro em troca de favores e serviços prestados a corruptores. Mas, no entendimento do STF, a procuradoria não conseguiu nenhum documento que provasse isso de forma inequívoca. Por essa razão, por cinco votos a três, o Supremo absolveu Collor da acusação de corrupção passiva.
Hoje, Rosane faz uma avaliação sobre o passado.
Fantástico: Você estava preparada para tanto poder?
Rosane: Ah, não, de jeito nenhum, acho que a gente não estava preparado.
Fantástico: Você se deslumbrou?
Rosane: Eu acho que todo mundo se deslumbra. Eu acho que chega o momento que a gente vê. Eu chegava e estava ao lado da princesa Diana. Eu estava jantando com a princesa Diana.
Collor voltou à política em 2002 e perdeu a eleição para o governo de Alagoas. Em 2006, foi eleito senador pelo mesmo estado. A separação de Rosane e Fernando Collor tinha ocorrido um ano antes, em 2005.
Fantástico: Essa casa onde você vive é de quem?
Rosane: Essa casa, hoje ela está, ele colocou porque ele tem um débito comigo na pensão alimentícia.
Segundo Rosane, a dívida de Collor é de R$ 950 mil. Ela briga na Justiça para ter acesso a parte dos bens que o ex-marido acumulou na vida pública. Os dois eram casados em regime de separação de bens. Quando casou, Rosane tinha 19 anos.
Fantástico: Vocês se casaram em que regime?
Rosane: Antes, em separação de bens total. Eu não sabia, eu achava que tinha sido parcial. Eu achava que aquilo que ele tinha antes era dele. E aquilo que a gente construísse seria nosso. Mas infelizmente, pela minha imaturidade, eu assinei um documento que eu não sabia o que estava fazendo.
PENSÃO DE R$ 18 MIL
Fantástico: Você pode dizer de quanto é sua pensão hoje?
Rosane: É de R$ 18 mil. É a pensão que eu recebo.
Fantástico: E você acha pouco?
Rosane: Pela vida que ele tem, sim. Eu vejo amigas minhas que se separaram. Tenho um caso de uma amiga minha que se separou, o marido não é ex-presidente, não é senador da República, e tem uma pensão de quase R$ 40 mil.
Fantástico: E você, o que sente por ele?
Rosane: É aquilo que eu digo: o Fernando foi o grande amor da minha vida, mas também foi minha grande decepção.
Durante duas semanas, nós tentamos ouvir o senador Fernando Collor sobre as declarações da ex-mulher, Rosane. No último contato, o ex-presidente respondeu que não falaria "nem um minuto, nem meio minuto" sobre as revelações da ex-primeira-dama.
Procuramos também a pastora Maria Cecília, mas ela não quis receber a nossos repórteres. Disse apenas que considera os rituais na Casa da Dinda assunto encerrado.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Governador Eduardo Campos no programa do jo
Nesta segunda-feira, o apresentador Jô Soares entrevistou o governador de Pernambuco e possível candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, que comentou a aliança com Marina Silva. “Cada um do seu jeito, nós estávamos atrás do mesmo objetivo, que é melhorar o país”, disse.
O governador de Pernambuco declarou que ainda não foi discutido se Marina sairá como sua vice nas eleições presidenciais. “Nossa decisão é que vamos estar juntos. Antes de discutir a forma, nós temos que discutir o conteúdo. Nós vamos discutir a formação da chapa em 2014”, afirmou.
Meus filhos foram nas primeiras manifestações"
Eduardo Campos
Segundo Eduardo Campos, o que mais o fascinou na Rede Sustentabilidade foi o fato de seus integrantes serem jovens. “A Rede vai nos ajudar e a gente também vai ajudá-los. Haverá uma troca”, explicou o governador.
Durante a entrevista, o presidente nacional do PSB revelou também que se não estivesse no governo, teria se juntado à população que se manifestou nas ruas de todo o país. “Meus filhos também foram nas primeiras manifestações. Se eu não estivesse no governo, eu estaria lá”, contou.
Governador de Pernambuco comenta sobre paternidade (Foto: TV Globo/Programa do Jô)
Em 2014, além de disputar a Presidência da República, Eduardo Campos será pai pela quinta vez. Juntos desde os 15 anos, o político e sua esposa, Renata Campos, já escolheram o nome de seu filho, Miguel. “Eu gosto de criar gente. Pessoas que acreditam no Brasil”, ressaltou.
O Programa do Jô com a entrevista de Jô Soares com o governador Eduardo Campos vai ao ar nesta segunda-feira, logo após o Jornal da Globo.
Eduardo Campos participa do Programa do Jô desta segunda-feira (Foto: TV Globo/Programa do Jô)Para filósofo, ex-presidente não consegue discernir o certo do errado para além do objetivo imediato do palanque

Ex-presidente Lula
Em discurso recente em São Paulo, tentando levantar a moral da militância, Lula insistiu na autossuficiência do PT. Chegou mesmo à seguinte formulação: “E quando alguém nosso errar, nós mesmos punimos. Nós não precisamos que os outros venham dar lições na gente”. Sim, ele disse isso! Caso isso fosse dito na época do PT pré-mensalão, eu talvez não prestasse atenção. Todavia, dito agora, soa alto e, ao meus ouvidos, não soa bem.
Na época do mensalão, Lula foi à TV para dizer que iria “cortar na carne” do PT, eliminando os que haviam errado. Quando depois, mesmo com o desprestígio ocorrido pelo mensalão, foi eleito para mais um mandato e, em seguida, virou celebridade internacional por conta da correta política de transferência direta de renda, Lula acreditou que seria interessante fazer uma operação de tipo estalinista, ou seja, reescrever a história.
Por que ficar com a mancha do mensalão em uma biografia que estava sendo, finalmente, preenchida com tanto reconhecimento? Lula disse então que iria provar que o mensalão não havia existido. Daí por diante, todo o PT passou a seguir esse discurso: o mensalão não poderia mais ser admitido por ninguém. O ano de 2005 teria sido diferente daquele que todos vivemos, vimos e cheiramos – e o cheiro não era só de corrupção, mas de ataque à democracia!
Houve imperador romano que mudou um dia do calendário, para benefício próprio. Lula quis tirar um ano todo do calendário. Mas, de um modo muito parecido com o que a imprensa registrou, o ano de 2005 fixou seu pé onde estava mesmo. Assim, passado um tempo, o mensalão caiu para ser julgado no STF. O volume de documentos existentes não permitia ao STF não julgar e não condenar ninguém.
Todavia, Lula, por sua vez, não precisou falar mais nada. Ele já havia dito o que queria que ocorresse, que o mensalão desaparecesse da história. Desse modo, o PT passou a se comportar – desnecessariamente – como um agrupamento de pessoas ranhetas e magoadas. Os petistas se viram injustiçados, uma vez que o STF resolveu mesmo condenar vários de seus membros pelo mensalão. Os petistas se revoltaram: “como que Joaquim Barbosa, posto no STF por indicação de Lula, insistia ainda em falar de mensalão? Não teria ele escutado Lula dizer que o mensalão não havia ocorrido? Barbosa havia ficado surdo?”
Barbosa e outros ministros do STF não puderam fazer o que os petistas queriam, segundo a nova ordem dada por Lula. Não havia como! E então chegamos no que chegamos. Agora, por esses dias, inicia-se uma reconsideração do julgamento e da pena, obedecendo a praxe legal, o que implica avaliar os recursos movidos pelos réus. Justamente nesse momento, então, Lula deixa claro para os petistas que o PT não tem que ver seus filhos punidos pela justiça uma vez que eles já estão sendo educados pelos pais dentro de casa.
Lula age como se não soubesse que o PT é um partido dentro do Brasil. Para os militantes, ele fala sobre o PT como se este fosse legitimamente uma agremiação que faz as próprias leis e pune os que erram, segundo uma justiça interna soberana. É como se ele dissesse: “fora do PT não há uma justiça em que acreditamos e que pode nos julgar”.
Por ser governo, o PT teria então ultrapassado os limites de nossa república e, dessa maneira, não precisaria mais colocar qualquer um de seus militantes sob o tacão dessa justiça. Lula inaugura dessa forma um estranho pensamento, talvez inspirado no que Marx e Engels denominaram de socialismo feudal. Meio modificado. Ou melhor, modificado o suficiente para nada ter de socialista, ficando só com a parte feudal. No feudo, qualquer ato que gerasse alguma acusação, era julgado como crime (ou não) segundo a origem do acusado e de acordo com as leis feitas no momento do julgamento pelo senhor feudal.
Nenhuma instância outrora superior ao feudo tinha direito no interior do feudo. Neste, imperava o casuísmo do senhor feudal. De certa forma, esse é o entendimento de Lula a respeito da legitimidade de julgamento de uma falta, quando se trata de alguma coisa feita por um membro do PT. O partido mesmo pune quem erra. Só o partido!
Claro que Lula não falou o que estava efetivamente querendo dizer ao mencionar a palavra “errar”. A dubiedade na boca de político do tipo do Lula é proposital.
Caso posto na parede pela imprensa democrática, irá dizer que falou em erro genericamente, não a respeito de crimes que estão já previstos nas leis brasileiras. Mas, para os ouvidos dos militantes, falou o que pode ser entendido da seguinte maneira: “se há mensaleiros, então somos nós dentro do PT que os punimos, não cabe a ninguém, fora do partido, querer punir o petista. Nem mesmo Barbosa! Ou: muito menos Barbosa!”
Essa formulação é ridícula, mas não nos enganemos, o pensamento do militante político (à esquerda e à direita, tanto faz) é suficientemente abobado e muito bem azeitado para entender antes de tudo essa segunda formulação. O militante é montado para endossar essa ideia.
Líderes como Lula possuem essa empatia com a militância criada por ele mesmo: pode fazer dois discursos em um só. De um modo aparentemente maluco, o militante escuta os dois discursos e ele os toma segundo uma regra muito especial: “Lula pode ser visto como falando de erro de um modo geral, mas fez isso para disfarçar, para tapear a ‘imprensa burguesa’, pois no fundo ele está dizendo, mesmo, que nós petistas somos legitimados em nossas ações unicamente pelo nosso objetivo, definido pelo partido”. Essa esquizofrênica simbiose entre Lula e sua militância é conhecida dos estudiosos da psicologia social.
Vargas comandou a política com esse tipo de dubiedade. Durante muito tempo Brizola fez o mesmo. Paulatinamente Lula foi se modificando em direção a esse figurino. Lula se tornou aquele que pode dizer que não disse o que disse ou que disse o que não disse. Lula já não faz isso de maneira racional. A confusão na sua cabeça o torna um líder altamente poderoso em tempos como os nossos, de mudanças tecnológicas muito rápidas e de um início de ampliação na diferenciação de gostos, atitudes e vocabulários dos eleitores.
Lula é perigoso porque é uma máquina, no limite, que se imagina autogovernada, mas que está funcionando há tanto tempo só no sentido de “tocar o partido em eleições”, que já não consegue discernir o certo do errado para além do objetivo imediato do palanque.
* Paulo Ghiraldelli Jr., 55, filósofo, escritor, cartunista e professor da UFRRJ, http://ghiraldelli.pro.br
Crianças em Perigo! Drª Damares Alves denuncia as sujeiras do PT e dos grupos LGBT.
Damares mostrou diversos projetos voltados para as crianças que tem o objetivo de influencia-las sexualmente, e fez um alerta sobre o consumo de entorpecentes.
"A igreja evangélica brasileira passa por grandes desafios", disse ela no início da palestra, dizendo que enquanto a igreja se preocupa com riquezas há pessoas que estão tentando influenciar as crianças com o intuito de destruir a infância e ensinar a homossexualidade e a erotização.
Ela mostrou também um livro que será distribuído nas escolas para crianças de dois a três anos de idade, que mostra dois príncipes se casando, além de outros materiais que estão tratando a homossexualidade como uma causa natural. "Estão detonando as nossas crianças", criticou Damares.
Em determinado momento Damares Alves diz que no final de um dos materiais há a indicação de que para tirar dúvidas a respeito do conteúdo do livro é preciso consultar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o que explica os ataques que o deputado federal Marco Feliciano vem sofrendo, já que ele é contra todos estes projetos.
Durante sua palestra, Damares, comentou também sobre o aborto e a manipulação de informações que tem como alvo, a aprovação da interrupção da gravidez.
O JOGO SUJO DO PT PELO PODER. UMA SUJEIRA QUE NÃO ACABA MAIS
QUEM GANHA COM A DESMORALIZAÇÃO DA "BASE ALIADA"..., AO PT? O PT, É CLARO!
1. Desde a eleição de 1989, fala-se que o PT teria organizado internamente um serviço especializado em informação e contrainformação. Muitas vezes funcionou. Outras vezes, como no caso dos "aloprados", naufragou. Nas CPIs de Collor e dos Anões do Orçamento, e no caso do Dossiê Cayman (alertando ser falso), etc., se dizia que o serviço de informação do PT funcionou com seus links de militantes nas áreas de investigação federal, PF, MP... A mensagem divulgada na intranet da Abin, em 2005, durante a CPI dos Correios, onde seu diretor chamava os parlamentares de "bestas-feras no picadeiro", e que culminou com o seu afastamento, insinuava uma ação de contrainformação naquele momento, desde dentro do órgão.
2. O mensalão de 2005 tirou da direção do PT o "grupo" dito revolucionário e, em função disso, os ex-dirigentes da CUT assumiram o partido de lá para cá. A autoridade de Lula passou a valer para dentro do partido e, em seguida, legitimada com sua popularidade, para fora. O "grupo" se acomodou e se encolheu. A escolha de Dilma, por Lula, fora da máquina partidária, e a montagem de uma base de apoio que vai da direita da direita, à esquerda da esquerda, empurrou o governo para o Centro-Difuso, isolando o "grupo".
3. Claro que essa situação não agrada aos "revolucionários". Apesar do PT ser amplamente favorecido na montagem do governo, administrações direta e indireta, empresas, bancos e fundos, a correlação de forças no parlamento não o favorece. São apenas 16,5% dos deputados federais. As votações do Código Florestal e da Emenda 29 (Saúde) mostraram isso.
4. Como não há como aumentar a bancada do PT, o caminho trilhado foi debilitar relativamente os aliados, inventando um partido e desintegrando, inclusive, aqueles que não tinham e não têm a confiança do "grupo", como Palocci. A cada ministro -aliado- levado a pique, se via que as ações anteriores (algumas delas identificadas e divulgadas) iam criando o ambiente para o tiro de misericórdia.
5. O que se garante nos restaurantes e corredores em Brasília é que os vazamentos de personagens e fatos caem no colo da imprensa vindos diretamente do "grupo", desde dentro do governo. Claro que é mais fácil atacar com fatos reais que com suposições. Independente disso e de qual bola é a da vez, vai se debilitando a "base aliada" e, com isso, transformando os ministérios dos aliados em uma burocracia sem expressão. Alguns são mortos-vivos esperando a reforma ministerial.
6. Os ministros -que ficam- perdem o poder que tinham, de decidir, e de nada adianta terem portas abertas aos deputados. Os parlamentares da "base aliada" não têm mais canal com os ministérios de seus partidos e têm que ir buscar no PT -dentro do governo ou no Congresso- a autorização ou a aprovação de que precisam.
7. Os 16,5% quantitativos passam a ser o dobro, qualitativos. Os ministérios da base aliada, na substituição dos desviantes ex-ministros, perdem expressão. E o ministério passa a ser de ministros de primeira do PT e de segunda dos demais. Basta acompanhar a agenda da Presidente e ver a frequência de despachos com uns e outros.
8. A cada dia fica mais claro que todo esse desmonte interessa ao PT. Poder-se-ia dizer que há razão para esse desmonte. É verdade. Mas essas razões são as mesmas dos últimos anos e com os mesmos personagens. Só que a presença de Lula inibia a ação do "grupo", pois se atingisse a imagem de Lula, o castelo de cartas desmancharia e o PT iria junto. Agora não há esse risco e, com isso, toda ousadia é válida.
Fonte: Ex-blog do Cesar Maia
Tucanos lavam calçada da agência da Receita Federal em Mauá, em SP
Em evento organizado pela juventude do PSDB em São Paulo, um grupo de pessoas fez uma lavagem simbólica da calçada da agência da Receita Federal em Mauá (SP) ontem (16). O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) também participou do ato que foi encerrado com o hino nacional.
O ato que foi divulgado como um protesto contra as quebras de sigilo fiscais ganhou contornos eleitorais com o grande número de bandeiras de candidatos do partido, inclusive de Serra. Os participantes do evento também vestiam camisetas amarelas e bonés azuis.
Terminado o ato, um carro de som guiou o público até um clube próximo da agência da Receita. No local, haverá um ato político também organizado pelo PSDB.
Durante o trajeto, o locutor do carro de som fez diversas críticas à candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, citando -a como “produto fabricado” e “sem personalidade”. Ele também falou sobre escândalos que envolvem acusações contra o governo federal, como mensalão do PT ocorrido em 2005 e as denúncias contra Israel Guerra, filho da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra. As denúcias resultaram na queda de Erenice da Casa Civil.
domingo, 10 de novembro de 2013
OS MELHORES EMAILS QUE JÁ LI: BICARBONATO DE SÓDIO E SEUS BENEFÍCIOS MEDICINAIS ...
OS MELHORES EMAILS QUE JÁ LI: BICARBONATO DE SÓDIO E SEUS BENEFÍCIOS MEDICINAIS ...: 09 novembro, 2013 O Bicarbonato de sódio tem sido utilizado ao longo da história para várias finalidades... Embora tenha s...
sábado, 9 de novembro de 2013
Vítor Belfort vence Dan Henderson por nocaute no UFC em Goiânia com 1m17s
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